Título: Cidades de Papel
Diretor: Jake Schreier.
Distribuição: FOX Filmes.
Ano: 2015.
Duração: 105 minutos.

Avaliação:   
 





 


Crítica:

Quentin acredita que na vida de cada pessoa há um grande milagre. E que o seu era que, de todos os bairros de Orlando, Margo Roth Spielgman acabou indo morar do outro lado de sua rua quando ele era criança. Apesar deles terem automaticamente virado amigos, sem motivo algum, algo os fez se afastar ao longo dos anos: a sede por aventura de Margo.
                
Dez anos se passaram, o ensino médio está prestes a acabar, mas Q ainda pensa na possibilidade de Margo o notar novamente pelos corredores agora que ela é a garota mais popular da escola. E isso finalmente acontece. Mas às 2h da manhã, quando ela invade seu quarto pela janela, dizendo que precisa de sua ajuda. Jace, namorado de Margo, a traí com sua amiga Becca e, por isso, eles devem pagar. Ela monta um plano de vingança e precisa fazer nove coisas naquela noite... E a maioria delas requer um motorista de fuga. Quentin, não querendo se meter em encrenca, hesita. Mas é só ele ouvir um ‘ex-namorado’ que muda de ideia.



O sonho do garoto se realiza, e eles passam uma noite alucinante pelas ruas de Orlando, fazendo todos os tipos de coisa louca. Ele imagina se isso mudará tudo no dia seguinte. E mudou. Margo desapareceu. “Fugiu pela quinta vez” diz sua mãe, que acha que ela fica entediada e necessita constantemente de atenção. Quentin, então, volta para sua vida pacata com seus amigos Bem e Radar, até que uma misteriosa foto o faz começar a achar pequenas pistas deixadas pela garota. Ele estaria determinado a encontrá-la.

Cidades de Papel é o quarto livro do escritor John Green, e o segundo a ser adaptado para o cinema. Nat Wolf, que participou do longa “A culpa é das estrelas”, volta com o papel principal como Quentin, um garoto inteligente e certinho que não tem muitos planos para o futuro a não ser o básico: ir para a faculdade, casar e ter filhos. Seu amor de infância, Margo, interpretada pela modelo Cara Delavigne, é o oposto. Aventureira, misteriosa e sedenta pela vida e por descobrir quem ela mesma é.
Eu li o livro no começo de 2013, então não lembrava de muitos detalhes, mas vendo o filme não pude perceber nada de grandes alterações a não ser o fato de que eles cortaram algumas das coisas que Margo e Quentin fazem na noitada deles. Eu sou de humanas, mas até eu sei contar até nove – e eles não fizeram nove coisas. Acabaram concentrando apenas nas que estavam ligadas ao fato do namorado tê-la traído.


No geral o filme foi uma adaptação muito fiel, mas eu, particularmente, não consigo ver o que as pessoas veem na Cara. Não sei se esse foi o primeiro trabalho de atuação dela (mas foi o primeiro que eu vi), e eu achei ela muito ‘não fede nem cheira’, não acho que conseguiu transmitir o que a personagem é no livro. Você fica o tempo todo se perguntando porque diabos o Quentin ficaria amarradão em uma mina dessas (eu também não consigo engolir muito isso de ficar apaixonado 10 anos pela vizinha, que sempre tem nos livros e filmes).

Outra mudança que eu percebi também foi que eles realmente focaram na comédia. Eu vejo que muitas pessoas reclamam que os filmes da Marvel, principalmente os Vingadores, andam fazendo muitas ‘piadinhas’ durante os filmes. Eu adoro essas cenas de descontração, e Cidades de Papel pareceu que estava apostando nisso. Mas eles ultrapassaram aquele limite de engraçadinho e foram para o forçado, na minha opinião.

A sessão para imprensa estava quase lotada, para uma sala de cinema de tamanho pequeno, e eu via as pessoas GARGALHANDO em algumas partes e eu fica “Gente, não tem graça”. Mas para um livro/filme que não é bem romance, nem drama e nem comédia, eles tinham que se apoiar em alguma coisa, então fizeram o personagem Ben ser mais engraçadinho do que já é no livro. Realmente, se eles não tivessem feito isso, o filme seria um saco.


Mas eu não sou chata não, gente! Teve uma hora que eu também dei uma gargalhada que, meu deus. Digamos que tem uma participação especial o filme, quando vocês verem vão entender também. E não, não é o John Green! Apesar de que ele aparece no filme (de acordo com um vídeo que ele postou no Facebook), mas nem a própria mulher dele conseguiu reconhecê-lo, e eu também não o vi...

Infelizmente eu acabei passando mal de madrugada e não pude ir na coletiva de imprensa no Copacabana Palace na quarta (eu realmente queria entrar naquele lugar mais do que queria ver o John Green /mejulguem). Mas vocês vão poder conferir o que rolou lá nos seguintes blogs: A menina que comprava livros, Por uma boa leitura e Mais que livros.



SORTEIO

E aí? Gostou da critica? Que tal, então, ler o livro que inspirou o filme? Participe do sorteio abaixo e boa sorte!



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Regras Gerais:

1. Ter endereço de entrega em território nacional.
2. Cumprir todos os requisitos OBRIGATÓRIOS que garantem a participação.
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Sobre o envio:

1. Não nos responsabilizamos por eventuais extravios, roubos ou perdas da transportadora.
2. Teremos um prazo de até 30 dias úteis para ENVIAR o prêmio ao ganhador.
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5. O ganhador que descumprir alguma das regras, ou for sorteado com uma entrada não obrigatória que não tenha sido cumprida, será desclassificado.

ATENÇÃO: perfis fakes ou utilizados apenas para participar de promoções serão desqualificados.

Boa sorte a todos e até mais!

Até mais,
Amanda Marchi